‘Uma introdução que logo nos desperta o apetite para a leitura seguinte. Daí até à última página é uma leitura muito interessante, que nos leva página a página sem fastio como se estivéssemos metidos numa conversa empolgante. Cada uma das explicações para muitas das frases que desconhecíamos as origens, interessantes e  até por vezes surpreendentes. Parabéns caro Jorge Esteves e e espero com curiosidade a sua próxima obra’.
Natália Fonseca Costa, comerciante, Pinhel.

‘Quando acabei de ler É Letra encarei o seu conteúdo como um ótimo difusor de cultura geral, especialmente para a juventude que não viveu a época em que as populações, sobretudo as rurais, que com a sua sabedoria, as utilizavam através das expressões agora explicadas neste livro. Por este motivo ofereci aos meus 6 netos um exemplar como uma bíblia, que por certo os irão enriquecer. De parabéns está Jorge Esteves que em boa hora pôs a circular este importante veículo da cultura portuguesa. Cordiais cumprimentos’
Eva Maria Santos, médica, Porto.

‘Vi o anúncio na sua página Uma Casa no Cimo do Monte. O texto da contracapa achei-o deliciosamente desafiador. Por isso aceitei o desafio e digo-lhe que li o livro em dois dias. É absolutamente assombroso como, um tema que tanto pode ser aborrecido como assustador pela natural erudição das pesquisas, o tornou numa saborosa conversa com o leitor. Um texto perfeito, um precioso contributo enriquecedor para a nossa Língua. Muito grata ao autor, sim, por uma leitura fascinante, feito de tantas e tantas histórias deliciosas.’
Cristiana Gomes dos Santos, enfermeira, Lisboa.

E foi mesmo lamentável que te desse na telha (como te pões a fazer queixinhas na página 168 do livro) de teres acabado com o Folhas da Gaveta. Não só porque tinhas uma legião de leitores à porta, mas porque ler as tuas crónicas era um enorme prazer para todos, como sabes bem. Em parte remediaste agora o erro, mas já te disseram que continuamos a não me esquecer de todo o resto que está escondido no Contos de Réis, meu casmurro.
Tirando isso, parabéns pela obra que é bem merecedora de ser aproveitada, em favor da Língua que tão maltratada anda. A capa, foi um achado perfeito, especialmente no pormenor da gravura ser desenhada com letras. Perfeito, companheiro.
Bartolomeu Fernandes, professor, Porto.